
Encontrei-o e deixei passar. Ele não marcava. Era do tipo que passava sem que ninguém desse conta. Não gosto de pessoas que não marcam, tem que deixar alguma lembrança - um perfume, uma música, uma palavra, uma comida, qualquer coisa (...) - mas tem que marcar. Qual a graça de se apaixonar pelo comum? Não, tem que haver aquela magia do desconhecido, do diferente em meio ao comum do mundo. E ele, bem ele não sabia do que se tratava isso. Elen S. Alencar
Linda e inteligente! Atributos perigosos! Te dedicooo amiga! Como diria Caio: para nós: toda felicidade do mundo. Para eles: o outro lado.
ResponderExcluirQue seja doce *-*
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